Sarampo: informe-se e evite

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Sarampo: informe-se e evite

Previna o sarampo! Ao saber de uma suspeita ou caso confirmado da doença, o síndico deve avisar o mais rápido possível todos os moradores e funcionários a respeito para que tomem medidas necessárias para se protegerem.

Prepare cartazes para alertar a todos, contendo orientações sobre cuidados direcionados a quem já pode estar sob suspeitas, além de auxiliar sobre onde tomar medicamentos para prevenir que o vírus se espalhe.

Outras formas de alertar os condôminos
Além dos cartazes citados acima, é válido usar outras formas e canais de comunicação para atingir a totalidade dos moradores.

Administradoras
Ações preventivas também estão sendo feitas por administradoras para auxiliar síndicos e condomínios.

Campanha de vacinação permanente do SUS

A tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) faz parte do Programa Nacional de Imunização do SUS (Sistema Único de Saúde) e está disponível durante todo o ano na rede municipal de saúde.

A vacina deve ser aplicada em duas doses a partir de um ano de vida da criança até 29 anos de idade. Pessoas de 30 a 59 anos (nascidos a partir de 1960) devem receber uma dose.

A vacina é contraindicada para mulheres grávidas e indivíduos imunossuprimidos.

E fica o alerta: todas as pessoas devem manter sua carteira de vacinação atualizada. Na dúvida, compareça ao posto de saúde mais próximo munido de sua documentação e peça orientação.

Sintomas do sarampo
A infectologista Ana Carolina Marcos explica que os sintomas clássicos do sarampo são febre mais tosse e/ou coriza e/ou conjuntivite.

Passados 2 a 4 dias desse início de sintomas, surgem manchas vermelhas no corpo, começando atrás da orelha e cervical, espalhando para rosto e tronco. Antes do aparecimento das manchas na pele, podem aparecer pequenas manchas brancas (koplik) na mucosa bucal.

Pessoas que já se vacinaram podem apresentar os sintomas mais fracos e devem se atentar, pois a doença pode passar despercebida.

Independentemente se o diagnóstico foi clínico ou laboratorial, a pessoa com quadro leve deve fazer repouso domiciliar, hidratar-se, tomar remédios para os sintomas e evitar circular – neste caso, usar máscara cirúrgica.

“A pessoa infectada para de transmitir a doença após cinco dias do aparecimento das manchas vermelhas, estando liberada para circular”, orienta Ana Carolina.

Sinal de alerta para a gravidade da doença é a persistência de febre por mais de três dias após o aparecimento das manchas vermelhas, confusão mental, vômitos e convulsão. “Neste caso, deve procurar atendimento médico e pode ser necessária internação.” A confirmação da doença é feita pela sorologia ou exame PCR.

Fonte: SíndicoNet. 

By |2019-09-06T17:53:34+00:00setembro 6th, 2019|Categories: Condominios|0 Comentários

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